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O Brasil detém vasta área marinha, denominada em conjunto, como a Amazônia Azul (aprox. 4,5 milhões de Km2), que abrigam uma diversidade marinha exclusiva no Brasil. Diversos organismos, assim como a sua microbiota associada (fungos, bactérias, vírus) são fonte potencial para descoberta de novas moléculas e produtos biotecnológicos. Num contexto em que a biodiversidade vem sendo progressivamente reduzida e onde existem inúmeras carências tecnológicas em vários setores da sociedade (saúde, agricultura, meio ambiente, por exemplo) o valor dos produtos naturais para a economia é incalculável. Ilhas Oceânicas, região costeira e mar profundo são fontes relevantes de novos moléculas bioativas. Além disso, atividades de pesca e aquicultura marinha realizadas no Brasil já fornecem biomassa em grandes quantidades que podem apresentar bioelementos para uso nas indústrias alimentícia e farmacêutica, promovendo desta forma a bioeconomia.


A Rede Nacional de Pesquisa em Biotecnologia Marinha nasceu da união de competências e da enorme articulação entre grupos organizados de pesquisa que já haviam definido protocolos comuns de trabalho e interação de capacidades. Com base nessa premissa, estabeleceu laboratórios estratégicos temáticos visando o desenvolvimento de pesquisa que amplia as fronteiras da biotecnologia marinha. A Rede Nacional de Pesquisa em Biotecnologia Marinha desenvolve estudos pioneiros focados na solução de problemas que afetam a sociedade brasileira visando o desenvolvimento econômico e social, com responsabilidade ambiental. Parcerias estratégicas com empresas do Brasil e do exterior estão abrindo a possibilidade de desenvolvimento de produtos e processos, visando a produção de divisas para o nosso país, através da bioeconomia marinha. Esta iniciativa está prevista no IX Plano Setorial de Recursos do Mar da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM).

 

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